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Sistema com RFID reúne provas para uma ação judicial |
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Seg, 20 de Junho de 2011 11:09 |
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Em uma disputa envolvendo leis de trabalho justo, um sistema de RFID foi temporariamente criado dentro de uma fábrica para documentar quanto tempo os trabalhadores permaneceram no local.
O processo foi empregado contra uma fábrica em Midwestern que utilizou a tecnologia de RIFD para coletar dados sobre a prática de trabalho. O dispositivo RIFD foi instalado na fábrica ao longo de 72 horas e depois removido. Durante esse tempo reuniu informações sobre as entradas e saídas dos funcionários ao longo de quatro turnos comparando o tempo de cada funcionário no local. Leitores e softwares instalados no portão da fabrica rastrearam o tempo entre a entrada e saída de cada trabalhador, bem como relógios de ponto.
Um perito também foi necessário para a formalização de documentos a partir dos relatórios no qual determina o horário de chegada e saída dos trabalhadores. A maior questão era realmente saber se os trabalhadores também estavam fazendo as tarefas relacionadas ao trabalho fora da fábrica. Advogados contratados por funcionários reclamam da quantidade de tempo não remunerado que gastam entre o inicio e o final de cada turno.
O dispositivo RIFD foi instalado junto com uma solução chamada Queralt iQ3, esse projetado temporariamente para operações em um curto período de tempo. Com os leitores instalados foi preciso apenas uma conexão na internet ou um cabo USB portátil usado a um computador com software iQ3 instalado. Foram vendidos sete leitores de RIFD para o local, juntamente com o leitor. Dan Romo, vice-presidente sênior de vendas Queralt, e João Marchese, CTO da empresa, configuraram o sistema na presença do perito designado e vários advogados. Foram instalados nas paredes, nos arredores dos relógios e no portão de entrada.
Com a chegada dos trabalhadores, Romo e Marchese solicitaram informações a cada funcionário como o nome, o serviço da pessoa na fabrica e no grupo em que trabalha. O trabalhador era então atribuído com uma tag e um pequeno EPG com ultra-frequência (UHF) RIFD que cabe no bolso. Com isso, as antenas capturaram o ID da tag no bolso de cada trabalhador.
No período final de 72 horas o dispositivo Queralt removeu o software iQ3 para análises feitas pelo perito. Estava incluso a quantidade de tempo entre chegada e saída dos funcionários, o tempo especifico em grupos de trabalho, o tempo gasto no fim do turno e a execução de tarefas realizadas fora da fabrica.
Dan Romo, vice-presidente sênior de vendas Queralt diz que os resultados foram satisfatórios mas como está em processo judicial ele se recusa a falar sobre a investigação.
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